terça-feira, 10 de junho de 2008

acazap NO TOPO DO MUNDO

Nos dias 6, 7 e 8 de Junho tivemos actividade ZAP. “NO TOPO DO MUNDO”
Aqui ficam as regras do jogo

ACAZAP BEIRA MAR PIONEIROS
“NO TOPO DO MUNDO” PALHEIRÃO 2008



Como se define o Campo?
Assunto da responsabilidade dos dirigentes do campo central (CAMPO NEPTUNO – DEUS DOS MARES). No dia da chegada a campo cada colónia saberá qual o espaço a ocupar e restantes definições relativas ao campo, através da coordenada do campo central e de indicações da localização do campo da sua colónia. As colónias distam 1 Km entre si e são equidistantes ao campo central. Não convém os Chefes de colónia tomarem conhecimento destes dados antes da data;


Como se inicia o jogo? (horários)
Após a chegada ao Palheirão às 20h00, o jogo terá início pelas 21h30, sendo que cada colónia terá 2h00 para chegar à sua área de campo, procurar os peixes saudáveis e contaminados e efectuar a respectiva montagem de campo. Sendo assim ás 23h30 todos os jogadores (pinguins) deverão colocar as suas vidas (entregues à saída ao chefe de colónia - um dirigente) e começar a jogar, sabendo que existem no seu campo 15 peixes a encontrar (saudáveis e contaminados) e a trazer para o perímetro de segurança;

Como se distribuem inicialmente os 45 Peixes?
A equipa central (NEPTUNO) esconde 9 peixes saudáveis em cada campo + 6 peixes contaminados – ao iniciar o jogo, cada colónia deverá em primeiro lugar detectar os seus peixes antes que outros o façam... Os peixes terão escrito factores de poluição e de despoluição (valores e contra valores ambientais), e m código.


Como se constituem os campos?
Cada campo representa uma colónia de pinguins: Aptenodytes, Eudyptes e Megadytes. Cada colónia tem cerca de 25 pioneiros e 3 dirigentes.

As equipas de pioneiros trabalhão como um grupo de pinguins que se distribuem pela defesa da sua colónia (peixes) e ataque às outras colónias (roubar peixe para a sua subsistência). Os dirigentes acompanham o jogo, integram a definição da estratégia mas, não têm vida pelo que não podem roubar peixes e roubar vidas aos adversários. Têm a responsabilidade de, ao longo do jogo, identificar polémicas no espaço entre campos ou em campo.


Objectivo do jogo.
Existem 3 colónias de pinguins que, para garantirem a sua sobrevivência têm de conseguir alimento - peixes (pois as agressões ambientais e a acção humana têm danificado o habitat natural do seu alimento, e a sua consequente redução). Desde o início cada colónia tem 15 peixes e tentará roubar às outras colónias os peixes destas.

Como se guardam os peixes em campo?
Ao chegar a campo cada colónia é colocada em círculo de mãos dadas e braços esticados (inc. Chefes) para encontrar o perímetro do círculo de segurança (vulgo Ponto G) – este circulo deve ser delimitado com fio de sisal a 10 cm de altura;

Como se joga?
As defesas não podem entrar no seu perímetro de segurança e deverão permanecer na sua linha;
O atacante fica imune a partir do momento que entra no perímetro de segurança inimigo;
Os peixes deverão estar visiveis e acessiveis dentro dos perímetros de segurança;
Cada jogador só pode conquistar um peixe de cada vez;
Não é permitido ao jogador que se encontra dentro do perímetro de segurança inimigo atirar peixes a outros jogadores da sua equipa pelo ar ou outro meio – o jogador – só o poderá fazer passando o peixe em mão;
A partir do momento que um jogador entra num perimetro inimigo e consegue um peixe, deverá enrolar a sua vida á volta do peixe conseguindo a imunidade;
O jogador que conquista um peixe fica “numa outra dimensão” não podendo ser atacado enquanto portador do peixe e, nem podendo atacar ninguém;
Ao transportar o peixe o portador deve mantê-lo sempre visível para permanecer imune;
Cada vida de cada jogador é representada por um fio de lâ a tiracolo preso nas pontas com o nó de correr.
Para conquistar vidas os jogadores tentarão arrancar estes fios uns aos outros nos frente-a-frente independentemente da força numérica das facções que se confrontam;

Como se validam os peixes encontrados?
Qualquer peixe conquistado deverá ser levado à presença de NEPTUNO (campo central) para ser validado e colocado no perímetro de segurança – ao mesmo tempo fica-se a saber se o peixe é contaminado ou saudável;

Esta matriz obtém-se por comparação da inscrição que consta no peixe com a resposta de NEPTUNO (qualquer peixe recuperado deve ser levado ao campo central onde será entregue aos deuses para que estes possam compará-lo com as suas listas de valores e contra-valores ambientais)

Como fazer quando uma vida termina (onde se resgatam vidas?)
O chefe de unidade tem a totalidade das vidas para os seus elementos (equivalente a 2,5 vidas por elemento – no total arredondam por excesso) e é ele que terá a responsabilidade de gerir o nº de vidas da colónia.

Como se definem os tempos de tréguas?
As tréguas servem para em determinados momentos todos os pinguins das colónias se juntarem no campo central para momentos comunitários. Durante as tréguas comunitárias não há jogo.
As tréguas comunitárias estão antecipadamente designadas. O jogo pára às horas designadas e todos se devem dirigir para o campo central.

Como identificar um mensageiro imune?
O chefe de unidade escolhe um mensageiro e entrega-lhe uma rede, que este deverá pô à cabeça ou vestir, sempre que entender necessário! Entrega-lhe uma carta com a mensagem secreta que ele ficará encarregue de transportar ao destinatário definido pelo chefe de unidade!!

O que é o tribunal de honra?
Sempre que NEPTUNO considere necessário, para resolução de conflitos ou para a tomada de decisões relativas ao jogo, convoca um Tribunal de Honra por rádio (que se encontra na posse do chefe de campo ou outrem a quem ele delegue). O tribunal de honra decorre no campo central com a presença do chefe de unidade e dos guias de cada equipa, das colónias.

Como se pontua o jogo?
Cada peixe saudável vale 5 pontos
Cada peixe contaminado 2 pontos
Cada vida roubada a adversário vale 1 ponto


Código de Honra dos Guerreiros!
Cada Guerreiro terá que ter sempre presente o Código de Honra que lhes permite fazer parte desta Grande Família: Promessa, Princípios e Lei de Escuta!

As vidas são fios de lã Vermelhos - Azuis - Amarelos.

NOTA: As divergências no decorrer do jogo deverão ser discutidas no campo central, quando não exista resolução momentânea entre os participantes.


Os jogadores deverão respeitar um código de honra à imagem da lei do escuta.



fotos já sabem onde encontrar

terça-feira, 20 de maio de 2008

Mala da Equipa

Todas as malas das equipas deverão ter obrigatoriamente em campo:

  • 1 Fogão tipo Camping
  • 1 Tacho
  • 1 Alguidar
  • 1 Colher de Pau
  • 1 Colher Grande
  • 2 Panos de cozinha
  • Sal, Chocolate e açúcar
  • Liquido de Loiça
  • Sacos para lixo
  • 1 Esfregão
  • 1 Caixa de Fósforos
  • Papel Aluminio
  • Rolo de sisal
  • 1 Serrote e Machada
  • Mala de Primeiros socorros

terça-feira, 6 de maio de 2008

Acantonamento 3 e 4 de Maio

Olá visitantes.

Há já algum tempo que não vos damos noticias.
Pois temos andado muito compenetrados com as provas de adesão ao movimento e à secção.
Já estão quase todas assinadas para todos. O que é excelente!
As nossas promessas estão para breve e todos queremos ganhar o lenço azul cor do mar e do céu.

Este fim-de-semana que passou, dia 3 de Maio, estivemos acantonados na nossa sede. Formamos duas equipas diferentes, mas só para o fim-de-semana, Equipa S. João de Brito e Equipa S. Paulo. Fizemos jogos, construímos a frente do nosso abrigo, e partilhamos a nossa vivência cristã.
À noite tivemos um momento de reflexão, tocante para todos. Já conhecíamos o escutismo enquanto jogo, agora ficamos a conhecer a vertente católica. Foi muito especial. O caminheiro Diogo do agr. 1215 sabe mesmo captar o que vai na alma de cada um.
Depois da reflexão ceamos o pão de rosca com salsichas acompanhado de chá de limão.
De manha acordamos ao som de Recomeçar da Mafalda Veiga fizemos uma ginástica matinal, tomamos o pequeno almoço e fomos à Eucaristia na Capela de Nossa senhora da Esperança.
O Acontonamento foi mais um pretexto para nos juntarmos e termos mais um convivio saudavel.

Para alguns a actividade não acabou aqui.
Apesar de ser dia da mãe houve alguns pioneiros que deixaram a sua mãe neste dia especial, e se disponibilizaram para ir para o Banco Alimentar contra a fome, fazer recolha de alimentos no supermercado. As mães compreendem que um escuteiro este sempre Alerta.

Aqui fica o meu obrigado ao Diogo (fígado) e aos 4 voluntários do BA.

domingo, 30 de março de 2008

Acampamento da Páscoa 2008

Conhecer a IIIMística / Simbologia / Organização / Distintivos / Leis / Princípios / Mandamentos / S. João de Brito


Estes foram os temas que abordamos no acampamento, parece muita coisa mas não foi.

Foi um acampamento de 3 dias e 2 noites de 28 a 30 de Maio.

Encontramo-nos na Sede e seguimos para o local do acampamento, 5 km a andar com as mochilas às costas, nas mãos levávamos madeira para as construções. Ninguém se queixou do caminho, mas sim do peso. Toda a gente levou coisas a mais para o acampamento, mas pudera foi o 1 para muita gente estavam todos com medo que faltasse alguma coisa.
Quando chegamos, delimitamos o campo e limpamos cada canto onde iríamos montar as tendas.
A equipa Touro, como levou uma tenda para toda a equipa teve mais trabalho a montar mas também ficaram todos à vontade na tenda.

Depois começamos o trabalho a sério. Montamos uma cozinha, construímos uma casa de banho e apanhamos lenha para essa noite.

Como católicos que somos, os caminheiros fizeram os agradecimentos pela comida que iríamos tomar e logo de seguida partilhamos o que tínhamos levado.
Findo o jantar, chegou o nosso convidado para essa noite. O Pe Pedro Hoca, trazido pelo marinheiro (pioneiro marítimo) Tiago, que nos veio falar sobre o nosso patrono S. João de Brito e os 10 Mandamentos.
Colocamos algumas questões que nos assaltavam o espírito e no fim bebemos chá comos limões pedidos à vizinha.

Como já estava tarde fomos todos para as tendas dormir. Mas só por uma hora. Às 2 da manhã a equipa de animação achou que estavam todos cheios de vontade de acordar, tocou o apito e todos se levantaram. Deu-se início ao jogo de pistas nocturno. Por equipas saímos do campo e fomos de pista em pista caçando um organograma com a organização da nossa secção.
Peripécias houveram muitas, mas ficam só para quem as viveu de perto.
De novo em campo nova rodada de chá e caminha, pois a alvorada era às 6.30 da manhã.
É claro que ninguém se levantou a essa hora. Eram já 8.30 quando começaram as primeiras cabeças a espreitar das tendas.
Desta feita foi a equipa gato a fazer a oração da manhã, tomamos o pequeno-almoço e fomos apanhar lenha para a noite, pois esta prometia ser longa.
Como o escuta protege as plantas e os animais, só apanhamos lenha já ardida pelo fogo do verão passado, é claro que ficamos todos enfarruscados.

Saímos do acampamento levando o almoço e fizemos um jogo de pistas que nos levava ao local de almoço, para tal tivemos de travar contacto com a população. Antes de chegarmos ao nosso ponto de encontro ainda pudemos refrescarmo-nos nas águas límpidas da fonte da roca.
Na estação de comboios da costeira estavam à nossa espera 3 dos símbolos da mística dos pioneiros. A Bússola, a Machada e a Água.
Almoçamos, reunimos em equipas, e caçamos os distintivos do uniforme.
Regressamos ao acampamento, descansamos os pés pois a caminhada tinha sido longa.
Depois de fortalecidas as forças executamos um banco para à noite nos sentarmos à fogueira, um para nós e um para os chefes, pois os caminheiros fizeram um para eles.
Depois houve um momento para cada equipa preparar o seu momento no fogo de conselho.
Chegada à hora os cozinheiros apresentaram a ementa para o jantar, claro que era comida selvagem mas o quê? Carne com batatas colocadas na prata e assadas nas brasas. hum delicioso

No fim estava tudo ansioso pelo fogo conselho. O tema era a simbologia da III secção, a Machada a Bússola e a Gota de água.
A equipa Gato apresentou uma peça de teatro, e deram os aplausos inventados por eles a equipa Touro. De seguida a Equipa Touro fez um jogo de cabra cega pedindo os caminheiros e os seus colegas gatos como voluntários, os aplausos estiveram a cargo dos caminheiros.
Os caminheiros também quiseram participar activamente no fogo de conselho e neste retrataram algumas peripécias que se tinham passado durante o dia, e no acampamento em vila verde, tudo riu à gargalhada.

Chegada ao fim todas as apresentações lembramos que os objectos dos pioneiros são 4 e todos só tinham falado em 3. Faltava a rosa-dos-ventos. Onde estava ela? Não tinha sido um objecto deixado à hora de almoço, onde parava o ultimo objecto dos pioneiros?
Pois foi a rosa-dos-ventos tinha sido distribuída durante o jogo de pistas da manhã. Nada é feito ao acaso.
O desenho da rosa-dos-ventos com as leis e os princípios dos escuteiros, foi montado, e foi debatido cada significado de cada símbolo dos pioneiros.

No fim como estavam todos já muito cansados do dia assamos pão de rosca com chouriço que já tínhamos colocado a levedar e foi o manjar dos deuses.

Para acabar bem o nosso acampamento eram 6.50 da manha começou a chover, e continuou, e continuou. Como não parava levantamo-nos e fomos para a garagem da casa vizinha. Passado 10 minutos de lá estarmos quando parou de cair água.
Tarde demais. Já estávamos a preparar o pequeno-almoço e a vestirmo-nos para a missa.
Na eucaristia colocamos os nossos símbolos no altar e animamos a celebração com as vozes cansadas do fim-de-semana, mas olhar brilhante de quem tinha apreciado cada momento deste fim-de-semana especial.
Após a missa tivemos um almoço com os nossos pais e as restantes secções.
Como ninguém queria acabar as celebrações, ainda tivemos mais uma. Um baptismo de totem. O Miguel deixou o seu nome de baptismo e começou uma nova caminhada como Koala Comilão.


Este foi o primeiro de muitos acampamentos da nossa secção. Pelo menos espero eu.

domingo, 16 de março de 2008

Nós e os Portachaves

Está tudo a trabalhar para arranjar dinheiro para a secção.
Todos a fazerem Portachaves e a ajudarem-se uns aos outros





sábado, 1 de março de 2008

Preparação da secção

Este sábado começamos os preparativos para separar o nosso abrigo da cabana dos exploradores.

Decidimos que delimitavamos a secção com uma parede de canas.
então metemos mãos à obra. o Zé foi apanhar canas com o avô quando as trouxe descascamo-las e lixamos alguns nós

Outros estiveram a cortar placas de madeira para fazer uns quadros cons nós.

E assim se passou mais um sábado de actividades.
sem nós darmos conta o tempo passou.

Fotos desta actividades estão no nosso album

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Como se fazem nós

Este sábado estivemos a aprender como fazer alguns nós.

A Dora e o Jorge estiveram a dar uma mãozinha.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Venda na Feira de Maiorca

Fomos à feira tentar arranjar dinheiro para a secção. E não é que arranjamos mesmo alguma coisa!

Vendemos o que conseguimos arranjar. De colares a panos, telhas pintadas a porta-chaves. Bases para tachos e vasos. Afinal sempre temos jeito para aquilo em que nos empenhamos.




Não vendemos tudo apesar de parecer, a verdade é que havia pouca gente a comprar.

Carminhada 16 Fev

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Acampamento em Vila Verde 2 e 3 de Fevereiro

Este foi o nosso primeiro acampamento, o nosso primeiro contacto com outros escuteiros, a nossa primeira noite fora da asa dos pais.
a formatura não correu muito bem mas com a pratica vai láA chegada a campo, carregadinhos de tralha
O trocar de conhecimentos a aguardar instruções do chefe Celio
o Fogo de conselho onde nos demos a conhecer aos outros Pioneiros e Exploradores
Fizemos pão com chouriço assado na brasa.